quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Pra rir...


Você sabia?

Predadores são inimigos naturais de outras espécies e se alimentam de suas presas, como joaninhas, besouros, larvas, percevejos, vespas e formigas.


INSETO DO DIA

Myzocallis punctata

Ordem: Hemiptera

Pertence a família Aphididae, o que chamamos de pulgão.


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Borboletas conseguem lembrar do que aprenderam quando eram lagartas

Elas passam por uma metamorfose dramática - mas ainda assim lembram dos conhecimentos adquiridos

(FOTO: DEAN MORLEY / FLICKR / CREATIVE COMMONS)

Aposto que, quando você aprendeu sobre a metamorfose de uma lagarta até o estágio de borboleta, ficou surpreso. Afinal o animal basicamente ganha um corpo novo. E, de forma surpreendente, cientistas da Universidade de Georgetown descobriram que os animais lembram de coisas que aprenderam em seu primeiro estágio de desenvolvimento.

Para testar a hipótese, os pesquisadores treinaram lagartas para evitar certos tipos de cheiro (associando os odores com choques). Depois eles verificaram que, no estágio adulto, as borboletas ainda evitavam os cheiros que foram associados com choque - mesmo que o conhecimento não tenha sido reforçado na fase adulta.

Apesar de isso indicar que as lembranças permanecem, os pesquisadores ainda não sabem qual é a estrutura responsável por armazenar essas informações. 

Mas qual é a importância de saber que as borboletas lembram de acontecimentos do estágio larval? Basicamente porque isso pode influenciar na sua escolha de habitat - e, com os insetos sendo polinizadores importantes que garantem a reprodução das plantas, compreender suas escolhas é primordial.



Estudo desvenda como veneno de vespa brasileira mata célula de câncer

Toxina leva à formação de 'buracos' na membrana de células cancerígenas. Mecanismo pode levar ao desenvolvimento de novas drogas contra câncer.


Vespa Polybia paulista tem veneno que contém toxina anticancerígena (Foto: Mario Palma/Unesp)

A ciência já conhecia as propriedades anticancerígenas do veneno da vespa brasileira Polybia paulista, que se mostrou eficaz em coibir a proliferação de células de câncer de próstata e bexiga, bem como de leucemia. O que não se sabia era como a toxina presente no veneno conseguia atacar seletivamente determinadas células de câncer, deixando intactas as células normais.

Uma pesquisa desenvolvida a partir de uma parceria entre a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriu o mecanismo de ação da toxina, abrindo o caminho para o desenvolvimento de uma nova classe de drogas para tratamento de câncer. Os resultados foram publicados na revista científica “Biophysical Journal” nesta terça-feira (1º).
Nas células cancerígenas, existem dois tipos de lipídios que ficam do lado de fora da membrana das células. Em células normais, esses lipídios ficam localizados do lado de dentro da membrana. O que a toxina MP1 faz é interagir com esses lipídios que por acaso só estão "acessíveis" nas células cancerígenas.
O resultado dessa interação é a formação de “buracos” na membrana da célula cancerígena, mecanismo que acaba levando à morte das células.
“Uma terapia de câncer que ataque a composição lipídica da membrana da célula seria uma classe completamente nova de drogas anticancerígenas”, disse um dos autores do estudo, Paul Beales, da Universidade de Leeds. “Isso poderia ser útil no desenvolvimento de novas combinações de terapias, onde múltiplas drogas são usadas simultaneamente para tratar câncer ao atacar diferentes partes das células de câncer simultaneamente.”
Os pesquisadores puderam testar esse mecanismo de ação em modelos de membranas criadas em laboratório, que continham esses tipos de lipídio. A exposição dessa membrana à ação da toxina MP1, do veneno da vespa, revelou à formação de poros que, em uma célula de verdade, levaria à sua morte.
Segundo os autores, a toxina tem o potencial para ser um tratamento seguro contra câncer, mas mais pesquisas são necessárias para desenvolver um medicamento.
Fonte: G1


Você sabia?

As formigas e cupins são considerados pragas em muitos lugares do mundo, mas representam 20% da biomassa animal total da Terra e têm um papel decisivo na reciclagem e na cadeia alimentar dos sistemas florestais, portanto são importantes para o funcionamento dos ecossistemas.


INSETO DO DIA

Ptecticus sp.

Ordem: Diptera

Pertence a família Stratiomyidae.